29.4.16

http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/20257/o-outro-lado-da-caridade

Sugestões de Fim de semana

Inauguro esta rubric no blog.
Ai como eu guosto de fazer programas de festas:)))).

1- Ir ao Indie Lisboa, festival de cinema independente, vale tão a pena, festival de passage obrigat´ria.

2- Ir experimentar o brunch da La Boulangerie na Rua das Janelas Verdes em Lisboa, custa 15€ por pessoa e ten os melhores croissants de Lisboa.

3- Ir jantar/almoçar ao restaurant Varanda Azul no estádio do Belenenses, aquela vista sobre o tejo a perder de vista.

4- Visitar o Mudeu do Dinheiro, é gratuito e ao que parece bastante interessante.

27.4.16

Cartas da Guerra

Primeiro estranha-se, depois entranha-se.

Saí da Culturgest entediada, cheia de dores de cabeça pelo calor que se fazia sentir na sala, depois no caminho para casa, nas horas que foram passando o filme foi-se entranhando em mim.

Gostei do discurso do realizador, gostei da fotografia, gostei da banda Sonora.

Acho que a narrativa torna o filme pesado, às vezes entediante, mas entranhou-se em mim.

Gostei da profundidade inquietante do António(personagem principal).

Gostei de ver uma sala cheia de pessoas a ver cinema português.

Há algo no filme que me perturba e fascina.

O tema do filme é perturbador, a nossa Guerra não foi brincadeira e aquele isolamento era real, agora a narrativa, por vezes, tornou o filme pesadissímo.

é normal ter ficado a pensar, afinal o filme aborda um passado recente.

26.4.16

Cartas da Guerra de Ivo Ferreira

Ontem vi no Indie Lisboa o filme Cartas da Guerra.

Há tantos pontos para abordar sobre o filme, limito-me aos que para mim foram os mais relevantes.

Aprecio e acho que é de louvar que se faça cinema português e que o mesmo tenha qualidade( aqui para mim o Canijo será sempre o melhor).

Neste filme de Ivo Ferreira gostei da fotografia, da banda Sonora, gostei do filme quando não era narrado por Margarida Vila-Nova, que tem uma voz melódica é um facto, mas acho que o realizador levou demasiado a peito a questão das cartas, o filme é quase todo narrado, perde-se um bocado, pois quando não estamos em modo narrativa é tão mais interessante.

Confesso que tive momentos em que estava quase a dormir, mas aí acho que foi o efeito calor insuportável que se fazia sentir no auditório da culturgest.

O filme relata uma época da nossa história que é importante saber cada vez mais.

Gostei tanto do actor Miguel Gomes, o miúdo tem aquela garra, aquele olhar penetrante, aquela profundidade que faz um bom actor.

Saliento também o discurso do realizador, foi humilde e consistente, gostei.

Esperava mais, confesso, mas eu tinha expecativas muito altas em relação a este filme.

Mas é de louvar ter uma sala cheia para assistir a um filme português.



14.4.16

A escrita

Gosto de escrever, gosto muito de escrever, mas nem sempre me apetece, ando numa dessas fases, não apetece muito escrever, mas sei que o devia fazer, liberta a alma.

Fiz 29 anos, meu deus, parece que ontem tinha 15, o tempo voou, literalmente, a vida corre a uma velocidade assustadora, custa aceitar que tudo passa depressa demais.

O ano que passou voou, tornei-me mais tolerante, mais paciente, sinto que hoje sou alguém melhor, ainda tenho um longo caminho a percorrer, mas no fim não andamos todos cá para aprender?

Continuo a sentir as coisas de uma forma avassaladora, mas no fundo acho que isso faz parte da profundidade que me caracteriza.

A vida é para ser vivida e para ser saboreada da melhor forma:)

às nove no meu blog

 é seguir a sorrir, a acreditar que tudo vai ficar bem, que TU vais ficar bem,
2. é não deixar ser arrastada para tempestades que não são tuas («trá-los, antes, para a tua paz»),

3. é saber que até os golfinhos levantam a cabeça (e sobem) para respirar (r e s p i r a),

4.  é abraçar dias mais leves, deixando do lado de fora tudo o que faz o coração pesar,

5. é prometer que o segredo é um só: confiar que tudo vai dar certo [porque vai],

6. é olhar para cima todos os dias, de Lá retirar a força que soma e faz seguir em frente,

7. é regressar ao teu centro, a essa paz que se encontra dentro,

8. é aceitar que nem sempre somos capazes de ver que (já) temos tudo o que queremos,

9. é dizer a ti mesma todos os dias: é por aqui, é este o caminho, eu sou capaz.

10. é perceber que na nossa vida uns entram, outros saem. e que (só) devemos gostar muito dos que ficam. quanto a nós, que ficamos sempre, tratemo-nos sempre muito bem. como merecemos.