12.10.15

Hoje li que uma das primeiras medidas a serem tomadas no novo Parlamento sera a aprovação da adopção plena por casais do mesmo sexo, confesso que recebi a notícia com uma felicidade imensa, afinal ainda vale a pena acreditar que há boas decisões.

Na adopção por casais do mesmo sexo, penso  que para além de estarmos a conferir os mesmos direitos e deveres a pessoas com uma orientação sexual diferente, o que por si só, já é fantastico, estamos a ir muito mais além e estamos a pensar no superior interesse da criança, ter uma família que a ame, respeite, acarinhe, enfim ter uma família.

 A Maria, o Tomás, a Francisca, a Vanessa, a Eufrásia merecem ter uma família,. não merecem crescer num lar de acolhimento, temos o dever enquanto de sociedade de lhes facultar o direito a terem uma família, seja ela de um pai e uma mãe, dois pais, ou duas mães, não se iludam, o amor é o mais importante, e esse é transversal a qualquer tipologia familiar.

Muitos dirão que se a Maria, o Tomás, a Francisca, a Vanessa e a Eufrásia forem adoptados por duas pessoas do mesmo sexo vão ser ostracizados, gozados na escolar, vão ser traumatizados( confesso que este ultimo argumento é o que mais me irrita), cabe an ós enquanto sociedade educar os nossos filhos, os nossos netos para a diferença, para a igualdade, para a fraternidade, para o amor.

é um acto de amor de toda a sociedade perante todas as marias, tomazes, franciscas, vanessas e eufrásias permitir a adopção plena, é ajudar a palmilhar um futuro mais risonho.

Por outro lado, também há quem diga que estas famílias compostas por pessoas do mesmo sexo não são normais, honestamente não há nada de mais anormal do que a discriminação, aqui voltamos ao ponto inicial, o amor, amor por nós, pelo próximo, amor esse que nos permite aceitar a diferença.

Por tudo isto, acho que será dado um passo importante no nosso país, e por isso vamos todos ficar felizes.

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